No Rio Grande do Sul, o mercado de soja apresenta boa liquidez com foco em vendas futuras para 2026, conforme dados da TF Agroeconômica. Os preços incluem R$ 138,70 para pagamento em agosto, R$ 143,50 em setembro e R$ 145,00 em outubro. No interior, valores como R$ 131,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí, e R$ 133,00 em Santa Rosa e São Luiz refletem quedas, enquanto em Panambi o preço caiu para R$ 123,00 por saca ao produtor.
Em Santa Catarina, apesar da colheita concluída com bons resultados, a comercialização está travada, gerando preocupações com o aumento da produção e a necessidade de melhor armazenagem e logística. A proximidade da safra de inverno intensifica os gargalos no escoamento, com a saca cotada a R$ 138,11 no porto de São Francisco.
No Paraná, a oferta elevada pressiona o mercado, travando vendas e impactando decisões dos produtores. Preços incluem R$ 136,20 em Paranaguá, R$ 122,36 em Cascavel, R$ 122,89 em Maringá, R$ 121,96 em Ponta Grossa e R$ 138,11 em Pato Branco, com balcão em Ponta Grossa a R$ 118,00.
Mato Grosso do Sul enfrenta lentidão nas vendas apesar da safra recorde, monitorando o clima neutro previsto. Spots variam como R$ 120,63 em Dourados, Campo Grande e Maracaju, R$ 119,01 em Chapadão do Sul e R$ 125,09 em Sidrolândia. Já no Mato Grosso, desafios logísticos e altos custos marcam a safra recorde, com preços como R$ 119,85 em Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis, R$ 116,66 em Lucas do Rio Verde, R$ 114,10 em Nova Mutum e R$ 111,90 em Sorriso.