No Rio Grande do Sul, o mercado de soja apresenta pouca movimentação, com preços variando conforme o prazo de pagamento: R$ 138,70 para agosto com vencimento em 30/08, R$ 143,50 para setembro em 30/09 e R$ 145,00 para outubro em 30/10. No interior, os valores seguem balizamentos locais, como R$ 131,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí para pagamentos no fim de agosto, e R$ 133,00 em Santa Rosa e São Luiz com prazo até 24/08. Em Panambi, os preços caíram para R$ 123,00 por saca ao produtor, refletindo uma comercialização estagnada.
Em Santa Catarina, a comercialização é lenta e a estrutura portuária enfrenta pressões devido ao fluxo de grãos do Centro-Oeste, com volumes negociados geralmente abaixo de 20 mil toneladas. No porto de São Francisco, a saca é cotada a R$ 138,16, com alta de 0,46%. Já no Paraná, o excesso de oferta expõe déficits de armazenagem, com preços como R$ 136,20 em Paranaguá, R$ 122,87 em Cascavel, R$ 122,98 em Maringá (alta de 0,07%), R$ 121,47 em Ponta Grossa (queda de 0,40%) e R$ 138,16 em Pato Branco (alta de 0,04%), enquanto no balcão em Ponta Grossa fica em R$ 118,00.
No Mato Grosso do Sul, a safra 2024/25 alcançou recorde de 14,68 milhões de toneladas, mas as vendas seguem lentas, com preços entre R$ 119,54 em Chapadão do Sul (alta de 0,45%) e R$ 125,09 em Sidrolândia, além de R$ 120,63 em Dourados, Campo Grande e Maracaju. Em Mato Grosso, o maior produtor, há déficit crítico de armazenagem, com preços variando de R$ 111,38 em Sorriso a R$ 118,02 em Campo Verde e Rondonópolis (queda de 0,79% em alguns), incluindo R$ 116,66 em Lucas do Rio Verde e R$ 114,10 em Nova Mutum.