Em 2025, a presença da Agrizone na COP30, realizada em Belém, representou uma oportunidade estratégica para a Embrapa destacar os avanços do agronegócio brasileiro em sustentabilidade, inovação e adaptação às mudanças climáticas. Essa iniciativa posicionou o Brasil como um ator relevante no debate global sobre produção de alimentos responsável, integrando ciência e tecnologia para promover responsabilidade ambiental e inclusão social.
No contexto da conferência, a Embrapa enfatizou o papel da pesquisa científica como aliada essencial para o desenvolvimento de práticas agrícolas mais resilientes. A apresentação de soluções desenvolvidas no país, como sistemas produtivos de baixo carbono e o uso eficiente de recursos naturais, atraiu atenção internacional, reforçando a imagem do Brasil como líder em tecnologias voltadas à resiliência climática.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, detalhou em seu Balanço de 2025 e Expectativas para 2026 como a participação na COP30 contribuiu para ampliar o diálogo com outros países. Essa interação fortaleceu parcerias internacionais, permitindo a troca de conhecimentos e a evidência de inovações brasileiras que podem ser adaptadas em contextos globais.
Entre os pontos destacados por Massruhá, estão os desafios enfrentados pela instituição em um cenário de crescente pressão por sustentabilidade e segurança alimentar. A avaliação aponta para a necessidade de priorizar investimentos em pesquisa que atendam às demandas climáticas, garantindo que o agronegócio brasileiro continue a evoluir de forma alinhada com metas ambientais globais.
Para 2026, as expectativas da Embrapa incluem o aprofundamento de colaborações internacionais iniciadas na COP30, com foco em projetos que promovam a adaptação agrícola às mudanças climáticas. Essa abordagem reflete a importância de políticas públicas que incentivem a inovação no setor, contribuindo para a agenda política de sustentabilidade no Brasil e no mundo.