Os preços da soja fecharam mistos no Brasil nesta quarta-feira, 25 de janeiro de 2026, com alta registrada apenas no Rio Grande do Sul, enquanto outras regiões mantiveram estabilidade ou leves variações. De acordo com Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, o mercado apresentou poucos negócios, com produtores vendendo apenas o necessário para cobrir despesas. O foco permanece no clima da América do Sul, com chuvas excessivas no Brasil e seca na Argentina influenciando as cotações.
Preços por região no Brasil
No Rio Grande do Sul, os preços subiram para R$ 130,00 a R$ 131,00 por saca no porto de Rio Grande. Já no Paraná, o mercado operou em R$ 125,00 a R$ 126,00 por saca no porto de Paranaguá. Em Mato Grosso, as cotações variaram de R$ 115,00 a R$ 118,00 por saca, dependendo da localização, e em Goiás, os valores ficaram entre R$ 118,00 e R$ 120,00 por saca.
Os preços da soja fecharam mistos no Brasil nesta quarta-feira. No Rio Grande do Sul, o mercado subiu para R$ 130,00 a R$ 131,00 por saca no porto de Rio Grande. No Paraná, o mercado trabalhou em R$ 125,00 a R$ 126,00 por saca no porto de Paranaguá. Em Mato Grosso, o mercado trabalhou em R$ 115,00 a R$ 118,00 por saca, dependendo da localização. Em Goiás, o mercado trabalhou em R$ 118,00 a R$ 120,00 por saca.
Baixo volume de negociações
O mercado de soja no Brasil registrou poucos negócios nesta data. Os produtores brasileiros estão adotando uma postura cautelosa, vendendo apenas o mínimo necessário para pagar contas. Essa estratégia reflete uma expectativa de melhores condições futuras ou uma resposta às incertezas climáticas atuais.
O mercado está com poucos negócios. Os produtores estão vendendo apenas o necessário para pagar contas. A colheita está avançando no Brasil, mas o ritmo é lento devido às chuvas.
Desempenho na Bolsa de Chicago
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros de soja subiram levemente nesta quarta-feira. Esse movimento é atribuído ao monitoramento contínuo do clima na América do Sul, onde condições adversas afetam a produção. A seca na Argentina e as chuvas excessivas em regiões brasileiras contribuem para a volatilidade nos preços internacionais.
O mercado externo da soja subiu levemente nesta quarta-feira, com o foco no clima na América do Sul. A Argentina continua com seca e o Brasil com chuvas excessivas em algumas regiões.
Fatores climáticos e perspectivas
A colheita de soja no Brasil avança de forma lenta devido às chuvas persistentes, o que impacta o ritmo de oferta no mercado. Analistas, como Vlamir Brandalizze, destacam que esses elementos climáticos são cruciais para as projeções de safra. Com o foco global na América do Sul, qualquer mudança nas condições meteorológicas pode alterar as tendências de preços da soja nos próximos dias.