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Brasil adere à First Movers Coalition em Davos para impulsionar descarbonização

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A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, formalizou a adesão do Brasil à First Movers Coalition (FMC) durante uma reunião em Davos, na Suíça, nesta quinta-feira (22/01/2026). A iniciativa, que reúne 14 países incluindo os do G7, visa acelerar tecnologias de baixa emissão de carbono por meio de compras sustentáveis. Dweck também participou de debates sobre o futuro do trabalho com inteligência artificial (IA) no Fórum Econômico Mundial.

Brasil integra coalizão global para descarbonização

A adesão ocorreu na Reunião dos Líderes da FMC, onde Dweck destacou desafios globais como a descarbonização e a transição verde. O Brasil se junta a nações que impulsionam a colaboração público-privada para fomentar inovações sustentáveis. Iniciativas nacionais, como a Declaração de Belém e a Estratégia Nacional de Compras Públicas Sustentáveis, foram mencionadas como exemplos de compromisso brasileiro.

As compras públicas são uma das ferramentas mais poderosas que os governos dispõem para apoiar transições do setor privado. Quando critérios de sustentabilidade são incorporados aos processos de compra, cria-se demanda previsível por soluções que as empresas já produzem ou estão dispostas a desenvolver.

Estratégia para previsibilidade e investimentos

A ministra enfatizou como a estratégia brasileira atua de forma transversal entre setores e níveis de governo, organizando ações por meio de planejamentos plurianuais. Isso oferece às empresas previsibilidade, escala e um fluxo confiável para decisões de investimento. O objetivo é preparar o setor público para uma economia mais sustentável e inovadora.

Ao atuar de forma transversal entre setores e níveis de governo e organizar ações por meio de planejamentos plurianuais, a estratégia oferece às empresas previsibilidade, escala e um fluxo confiável para embasar decisões de investimento.

Debate sobre IA e requalificação no setor público

No dia anterior, em 21/01/2026, Dweck debateu o futuro do trabalho com IA no Fórum Econômico Mundial. O foco foi na requalificação de trabalhadores e na preparação do setor público para tecnologias emergentes. Questões como proteção aos cidadãos e salvaguardas contra uso indevido da IA foram abordadas.

Como proteger os cidadãos à medida que esses sistemas são implantados? Quais salvaguardas funcionam contra uso indevido, preconceito e discriminação?

Implicações para o Brasil e o mundo

A participação do Brasil na FMC reforça o compromisso com a sustentabilidade global, alinhando-se a metas de redução de emissões. Essa adesão pode impulsionar parcerias internacionais e atrair investimentos em tecnologias verdes. No contexto de 2026, tais ações são cruciais para enfrentar mudanças climáticas e preparar a força de trabalho para a era digital.

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