Valorização do feijão carioca é generalizada, enquanto agentes monitoram safra e demanda do varejo
Os preços do feijão preto e do feijão carioca iniciaram o ano em alta no mercado brasileiro, conforme apontam levantamentos do Cepea. O movimento é mais intenso no feijão carioca, que registra valorizações praticamente generalizadas nas principais regiões produtoras do país.
Oferta restrita sustenta os preços
Segundo pesquisadores do Cepea, o principal fator de sustentação dos preços é a menor oferta do grão neste início de ano. A redução na disponibilidade tem levado compradores a aceitarem reajustes, embora o mercado ainda opere com cautela diante das incertezas relacionadas à produção da primeira safra.
Mercado atento à demanda do varejo
Mesmo com os aumentos, agentes do setor seguem avaliando o ritmo de absorção do varejo, buscando entender até que ponto a demanda final conseguirá acompanhar as novas patamares de preços sem comprometer o consumo.
Safra avança com atraso no campo
No campo, dados da Conab indicam que a semeadura da primeira safra de feijão alcançou 80,4% da área nacional até o dia 10 de janeiro. A colheita, no entanto, atingiu apenas 16,5% da área total, percentual inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (24,8%) e também abaixo da média dos últimos cinco anos (28,7%).
Produção nacional tem leve revisão positiva
Apesar do cenário de atraso, a Conab revisou para cima a estimativa de produção nacional de feijão para a safra 2025/26. O volume projetado passou para 3,05 milhões de toneladas, alta de 1,4% em relação ao relatório anterior. Ainda assim, o total permanece 0,5% abaixo da produção registrada na temporada 2024/25.
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Meta descrição: Preços do feijão carioca e preto sobem em janeiro com menor oferta. Mercado avalia safra, demanda do varejo e projeções da Conab para 2025/26.