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quinta-feira , 24 setembro 2026
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Tamanduá da soja ameaça lavouras no Brasil com perdas de até 30%

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Lavoura de soja no Brasil ameaçada por praga tamanduá, com plantas danificadas e perdas de até 30%.

Produtores de soja no Brasil enfrentam um desafio persistente com o tamanduá da soja, uma praga agrícola que pode causar perdas de até 30% na produção. Conhecido cientificamente como Piezodorus guildinii, esse inseto da família Pentatomidae afeta principalmente lavouras nas regiões Sul e Centro-Oeste. Instituições como Embrapa e USP destacam a importância de monitorar essa ameaça, que se adapta facilmente a climas quentes e úmidos.

O que é o tamanduá da soja

O tamanduá da soja é uma praga pertencente à família Pentatomidae, considerada a segunda mais diversa do mundo em termos de espécies. Esse inseto ataca lavouras de soja no Brasil, sugando a seiva das vagens e grãos. Sua presença é notada especialmente em áreas agrícolas onde o cultivo é intensivo.

Os produtores de soja, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, são os mais afetados por essa praga. A Embrapa e a USP têm realizado estudos para entender melhor o comportamento do Piezodorus guildinii. Esses esforços visam desenvolver estratégias de controle eficazes.

Como a praga age nas lavouras

O tamanduá da soja se alimenta sugando a seiva diretamente das vagens e grãos de soja, o que compromete a qualidade e a quantidade da colheita. Seu ciclo de vida, que inclui fases de ovos, ninfas e adultos, dura entre 20 e 40 dias. Essa rapidez permite uma reprodução acelerada em condições favoráveis.

Além disso, a praga migra de outras culturas, como feijão e algodão, para as lavouras de soja. Essa mobilidade aumenta o risco de infestações em diferentes regiões. Produtores precisam estar atentos a esses padrões de migração para implementar medidas preventivas.

Por que o tamanduá da soja é uma ameaça

A adaptação do Piezodorus guildinii a climas quentes e úmidos facilita sua proliferação no Brasil. Ele ocupa diversos nichos ecológicos, o que o torna resistente em ambientes agrícolas variados. Essa versatilidade contribui para sua persistência como praga.

As perdas na produção de soja podem chegar a 30%, impactando a economia de regiões dependentes dessa cultura. Instituições como Embrapa e USP recomendam práticas integradas de manejo para mitigar esses danos. Com o monitoramento contínuo, os produtores podem reduzir os impactos dessa praga agrícola.

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