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Exportações de grãos da Argentina somam US$ 1,85 bi em janeiro de 2026

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Campo de soja no Brasil representando exportações de grãos da Argentina com US$ 1,85 bi em janeiro de 2026.

A receita das exportações de grãos e derivados da Argentina somou US$ 1,85 bilhão em janeiro de 2026, registrando uma queda de 10,76% em comparação com o mesmo mês de 2025, mas um aumento significativo de 82% ante dezembro de 2025, conforme dados divulgados pela Câmara da Indústria Oleaginosa da República Argentina (Ciara) e pelo Centro de Exportadores de Cereais (CEC).

Desempenho das exportações em janeiro

As exportações argentinas de grãos e derivados mantiveram um ritmo positivo no início de 2026, impulsionadas principalmente pelo farelo de soja, que liderou os embarques.

Em seguida, destacam-se o óleo de soja e o milho como produtos chave nesse volume total de receita.

Esses resultados refletem a continuidade das vendas externas de milho e de produtos industrializados de soja, além de um aumento nos embarques de trigo e cevada.

Fatores que influenciaram os números

O mês de janeiro de 2026 foi marcado por um incremento nos envios de trigo e cevada, o que contribuiu para o desempenho geral das exportações.

O mês de janeiro foi caracterizado pelo aumento dos embarques de trigo e cevada, e também pela continuidade das exportações de milho e de produtos industrializados de soja para exportação.

Essa declaração da Ciara e do CEC destaca a dinâmica do setor, que se beneficia da produção agrícola robusta da Argentina.

Comparação com períodos anteriores

Em relação a janeiro de 2025, a receita apresentou uma redução de 10,76%, possivelmente influenciada por variações nos preços internacionais ou volumes exportados.

No entanto, o salto de 82% sobre dezembro de 2025 indica uma recuperação sazonal, comum no ciclo agrícola argentino.

Esses dados reforçam a importância das exportações de grãos para a economia da Argentina, que depende fortemente desse setor para gerar divisas.

Impacto econômico e perspectivas

A Argentina continua como um dos principais exportadores mundiais de grãos, com produtos como farelo e óleo de soja atendendo à demanda global por alimentos e rações.

Os exportadores, representados pela Ciara e pelo CEC, monitoram de perto as condições de mercado para ajustar estratégias.

Com o ano de 2026 em andamento, analistas observam se essa tendência de crescimento mensal se manterá, influenciada por fatores climáticos e geopolíticos.

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