De acordo com levantamentos do Cepea, a carne suína enfrentou uma perda de competitividade em julho em relação às carnes bovina e de frango, que são suas principais substitutas. Isso ocorreu porque os preços médios da carcaça especial suína caíram de forma menos intensa do que os da carcaça casada bovina e do frango resfriado, todos analisados no atacado da Grande São Paulo, quando comparados às médias de junho. Para jovens que acompanham as variações econômicas, isso reflete como pequenas mudanças nos custos podem alterar as escolhas no dia a dia, afetando desde o churrasco de fim de semana até as opções no supermercado.
Pesquisadores do Cepea explicam que, no mercado doméstico, os recuos nas cotações do animal vivo não foram suficientes para impulsionar a demanda pelos cortes de carne suína. Essa dinâmica mostra uma estagnação na preferência dos consumidores, mesmo com tentativas de baratear o produto. Em um cenário onde a inflação e os hábitos alimentares estão em constante debate, esses dados destacam desafios para produtores e varejistas, que precisam se adaptar para reconquistar espaço em um mercado cada vez mais disputado.