A Sooro Renner Nutrição anunciou um investimento de R$ 1 bilhão em uma nova fábrica de whey protein em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. A unidade terá capacidade para processar 5 milhões de litros de soro por dia e deve gerar 1.850 empregos, incluindo 250 diretos e 1.600 indiretos. As obras, iniciadas em 2025, preveem o início das operações ainda em 2026, fortalecendo o setor lácteo paranaense e impulsionando a economia regional.
Detalhes do projeto industrial
A nova fábrica ocupará uma área total de 203 mil metros quadrados, com 34 mil metros quadrados construídos. O foco principal será na produção de whey protein, lactose e insumos para fórmulas infantis. A empresa planeja implementar automação avançada para garantir um processamento contínuo 24 horas por dia.
Tecnologia e sustentabilidade
A unidade contará com uma subestação própria de energia e utilizará biomassa como fonte sustentável. Essa infraestrutura visa otimizar a eficiência energética e reduzir o impacto ambiental. Esses elementos destacam o compromisso da Sooro Renner Nutrição com práticas inovadoras no setor de nutrição.
Impacto econômico e social
O investimento beneficiará diretamente os produtores de leite locais e o setor lácteo paranaense. Com a geração de empregos, a expectativa é de um fortalecimento da cadeia produtiva na região. Trabalhadores locais serão priorizados, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico de Francisco Beltrão e arredores.
Expansão para mercados nacional e internacional
A fábrica visa expandir a produção de produtos de alto valor agregado para atender à crescente demanda no Brasil e no exterior. Essa iniciativa posiciona a Sooro Renner Nutrição como uma líder no mercado de whey protein e derivados lácteos. A operação em grande escala deve elevar a competitividade do setor brasileiro no cenário global.
Contexto histórico e perspectivas futuras
As obras, que começaram em 2025, representam um marco para a indústria de nutrição no Paraná. Com o início das operações previsto para este ano, 2026, o projeto promete impulsionar a economia regional de forma sustentável. Analistas preveem que essa expansão gere efeitos positivos de longo prazo para produtores e comunidades locais.