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sexta-feira , 6 março 2026
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Grupo Aguetoni colhe quatro safras de milho doce e feijão no mesmo talhão em um ano

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Plantação de milho doce e feijão no interior do Brasil, com múltiplas safras colhidas no mesmo talhão em um ano.

O Grupo Aguetoni alcançou um marco na agricultura ao colher quatro safras consecutivas de milho doce e feijão no mesmo talhão irrigado em apenas um ano agrícola. A operação ocorreu na Fazenda Novo Horizonte, em Água Comprida (MG), em uma área de 46 hectares. Esse feito destaca a eficiência da irrigação por pivô central e a gestão estratégica no setor agropecuário.

Detalhes da produção inovadora

A alternância entre milho doce e feijão permitiu ciclos de aproximadamente 90 dias cada, totalizando quatro colheitas em 12 meses. O sistema de irrigação por pivô central Valley foi fundamental para manter a produtividade contínua. Com preparo técnico e logística eficiente, o grupo transformou uma necessidade em oportunidade de otimização.

A iniciativa surgiu de um pedido de uma indústria parceira, aproveitando a disponibilidade de estrutura e insumos. Isso aumentou a eficiência das áreas irrigadas, demonstrando o potencial de decisões ágeis no campo.

Gestão e estratégia por trás do sucesso

Leonardo Aguetoni, engenheiro agrônomo e gestor do Grupo Aguetoni, enfatizou a importância da agilidade nas decisões. O preparo antecipado permitiu respostas rápidas a demandas do mercado. Essa abordagem mudou a percepção sobre o uso de pivôs centrais na agricultura.

Foi uma necessidade que virou oportunidade. Uma indústria parceira pediu área, a gente tinha estrutura e insumo à disposição. E conseguimos encaixar quatro colheitas sem parar a engrenagem.

A gestão logística eficiente garantiu que o sistema operasse sem interrupções. Com contratos estabelecidos e visão estratégica, o grupo maximizou o uso do talhão irrigado de 46 hectares.

Implicações para o setor agropecuário

Essa conquista não é uma fórmula pronta, mas prova que água, contratos e agilidade podem elevar a produtividade. Leonardo Aguetoni destacou que o pivô central evoluiu de mera ferramenta de irrigação para elemento central no sistema produtivo.

Não é receita pronta. Mas quando você tem água, contrato e agilidade, dá para fazer. E quando acontece, muda a forma de enxergar o potencial do pivô.

A experiência do Grupo Aguetoni em Água Comprida (MG) pode inspirar outros produtores a otimizarem áreas irrigadas. Em 2026, práticas como essa reforçam a importância da inovação para a sustentabilidade agrícola.

Já aconteceu da indústria ligar na quinta e a gente plantar na segunda. Isso só é possível com preparo e visão estratégica. O pivô deixou de ser só uma ferramenta de irrigação. Hoje, é o que mantém o sistema girando.

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