Produtores de algodão e o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (IMA) estão intensificando o combate ao bicudo-do-algodoeiro nas lavouras do estado nesta semana de março de 2026. Com as plantações entrando na fase reprodutiva, as medidas visam proteger as colheitas de pragas que podem causar prejuízos significativos. Essa ação conjunta reflete a preocupação com a sensibilidade das lavouras nesse período crítico.
Contexto das lavouras em Mato Grosso
Mato Grosso é um dos principais produtores de algodão no Brasil, e as lavouras enfrentam desafios constantes com pragas como o bicudo-do-algodoeiro. Nesta fase reprodutiva, as plantas se tornam mais vulneráveis, o que exige vigilância redobrada. Os produtores e o IMA atuam em conjunto para mitigar riscos em áreas agrícolas e margens de rodovias.
Métodos de controle adotados
O combate inclui o aumento no uso de defensivos agrícolas para conter o bicudo-do-algodoeiro. Além disso, há monitoramento intensivo com armadilhas para detectar a presença da praga precocemente. Essas estratégias são essenciais para manter a saúde das lavouras de algodão.
A eliminação de plantas voluntárias de algodão e a limpeza nas margens de rodovias também fazem parte das ações. Produtores realizam o controle de outras pragas, como pulgões, ácaros, lagartas, grilos e caramujos, ampliando a proteção. Essa abordagem integrada visa reduzir a proliferação de infestações.
Razões para a intensificação
As lavouras mais avançadas entraram na fase reprodutiva nesta semana, tornando-as mais sensíveis a ataques de pragas. O bicudo-do-algodoeiro pode causar danos graves, levando a perdas econômicas para os produtores. Por isso, as medidas preventivas são priorizadas para evitar prejuízos na colheita de 2026.
Impacto esperado nas plantações
Com essas iniciativas, espera-se uma redução significativa na incidência de pragas nas lavouras de algodão em Mato Grosso. O IMA coordena esforços para garantir que as práticas sejam eficazes e sustentáveis. Produtores relatam que o monitoramento contínuo ajuda a identificar problemas antes que se agravem.
Essa intensificação reflete o compromisso do setor agropecuário com a produtividade. À medida que a safra avança, ações como essas contribuem para a estabilidade da produção de algodão no estado. O foco em prevenção pode servir de modelo para outras regiões agrícolas.
