Uma imagem viralizada nas redes resume bem a transformação do Matopiba: de um lado, vegetação nativa intacta; do outro, uma lavoura de algodão altamente produtiva. O registro, feito na Fazenda Rio de Janeiro, em Barreiras (BA), destaca o equilíbrio entre agricultura moderna e preservação ambiental.
A região do Matopiba — que compreende partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — vem se consolidando como potência global na produção de algodão, com destaque para a safra 2024/2025, que promete atingir 315 arrobas por hectare. A evolução é resultado direto de investimentos em genética, tecnologia e gestão sustentável.
Na Schmidt Agrícola, responsável pela imagem, a preservação ambiental caminha ao lado da inovação. Desde 1979, a empresa aposta na diversificação de culturas e práticas que respeitam a legislação ambiental, além de usar softwares de alta tecnologia e investir em energia renovável. Em 2017, a verticalização da cadeia com a aquisição da algodoeira Ubahia fortaleceu ainda mais a competitividade da produção.
O contraste entre floresta e lavoura revela mais do que um cenário: simboliza a força do agro moderno, capaz de crescer com responsabilidade socioambiental.