O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (26) os dados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2022, revelando que o estado do Pará domina a produção nacional de açaí. Com 93,8% do valor total, o Pará registrou R$ 6,7 bilhões em produção, equivalente a 1,5 milhão de toneladas. Essa liderança destaca a importância econômica do fruto na região amazônica.
Domínio do Pará na produção de açaí
O Pará se consolida como o principal produtor de açaí no Brasil, respondendo por quase toda a produção nacional em 2022. Os dados do IBGE mostram que o estado superou outros produtores, como Amazonas e Maranhão, em volume e valor. Essa concentração reflete as condições favoráveis do bioma amazônico para o cultivo do fruto.
A produção de 1,5 milhão de toneladas gerou R$ 6,7 bilhões, impulsionando a economia local. Municípios como Abaetetuba, Cametá e Igarapé-Miri, todos no Pará, se destacam como os maiores produtores. Esses locais contribuem significativamente para o abastecimento nacional e internacional de açaí.
Metodologia da pesquisa do IBGE
A PEVS 2022 investigou 37 produtos da extração vegetal e seis grupos da silvicultura em todos os municípios brasileiros. O IBGE coletou dados sobre produção, valor e distribuição geográfica. Essa abrangência permite uma visão detalhada do setor florestal no país.
Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (26 de março de 2026), oferecendo insights valiosos para pesquisadores e policymakers. A pesquisa enfatiza a relevância da extração vegetal sustentável na economia brasileira. Com foco em dados factuais, o IBGE garante precisão nas informações apresentadas.
Impacto econômico e regional
A liderança do Pará no mercado de açaí fortalece a economia da região Norte do Brasil. Outros estados, como Amazonas e Maranhão, participam da produção, mas em menor escala. Essa dinâmica incentiva investimentos em infraestrutura e tecnologia para o setor.
A produção de açaí não apenas gera renda, mas também promove o desenvolvimento sustentável na Amazônia. O IBGE destaca a necessidade de práticas que preservem o meio ambiente enquanto impulsionam o crescimento econômico. Esses dados de 2022 servem como base para análises futuras sobre o setor.